quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Exercitando o Amor

Olá queridos,

Falando em amor, só podemos entender bem este sentimento na prática!
Existem várias maneiras que podemos demonstrar amor ao próximo, com uma palavra, um carinho, um gesto ou até mesmo um olhar.

Recentemente, tivemos uma grande tragédia em nosso país, algumas cidades do Rio de Janeiro sofreram com enchentes por conta das chuvas. Não apenas no Rio, mas também em São Paulo, Minas Gerais entre outros estados, mas no Rio os acontecimentos foram piores.

Segundo a Folha.com há um total de 727 pessoas mortas e mais de 200 desaparecidos. Segundo dados fornecidos pelas prefeituras há mais de 20 mil pessoas desabrigadas e desalojadas.
Pais que perderam seus filhos, filhos que perderam seus pais, pessoas que perderam toda sua família, que perderam suas casas e saíram apenas com sua vida e a roupa do corpo.
Nos telejornais podemos ver o vazio no olhar das pessoas, a tristeza por não saber como será sua vida daqui para frente, mas ainda assim, a vontade de recomeçar do zero, tentar tudo de novo, pois admitem que estão vivos por um milagre.

A seguir alguns relatos retirados também da Folha.com de pessoas que estão lá, sobreviventes e voluntários:

"Ouvimos um estrondo e saímos de casa. Muita gente correu para a praça, quando veio a avalanche e matou a todos."
Rosimar Gomes Vieira, doméstica, que perdeu uma sobrinha e de mais 13 pessoas de sua família.

O pai contou que sobrou um espaço para ele ficar em pé com o bebê embaixo dos escombros. E disse ainda que ficou dando saliva com a língua para o filho sugar. O Nicolas só tinha uma pequena escoriação no rosto. Chegou rindo e se alimentando na maternidade. Sempre concentrado no que o pai estava fazendo, ele comeu frutinha e dormiu muito bem. A gente fica emocionada o tempo inteiro só de contar."
Maria José de Jesus Reis, 53, diretora-administrativa da maternidade de Nova Friburgo (RJ), sobre bebê que sobreviveu após 14 horas soterrado.

"Ficamos no telhado até a chuva passar. Passava tudo: carro, bichos, corpos. Rezamos para que o telhado não caísse, porque senão todos iríamos morrer."
Juaci da Ponte Rabelo, 65, aposentado, morador do bairro Campo Grande, em Teresópolis

"Conseguimos resgatar 20 pessoas. Saímos da mata eram 11 horas da noite. Tinha pessoas precisando de remédios e criança sem comida. A gente conhece as trilhas desde menino, então viemos para cá ajudar. Tem gente lá dentro que não sabia a proporção do que havia acontecido, pensava que tinha sido só lá, que tinha caído apenas uma barreirinha."
Rafael Macedo de Carvalho, voluntário.

"É gratificante poder ajudar e salvar vidas. Não tem como ficar em casa e dormir sossegado, sabendo que tanta gente está precisando de nós."
Alexandre Leal, voluntário.


Lendo todos estes depoimentos, só me passa uma coisa na cabeça, preciso ajudar também! Todas aquelas pessoas precisam de nós, eles não tem nada e o pouco que doarmos será muito útil para eles. Há várias formas e lugares para fazer doações.
A Prefeitura de Teresópolis abriu uma conta bancária para receber as doações. A conta, do Banco do Brasil, aceita depósitos de qualquer valor. O número da agência é 0741-2 e o número da conta é 110000-9.
Procure em sua cidade algum posto de coleta de doações para as vítimas das chuvas no Rio.
Podem ser doados alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal e de limpeza, roupas, colchões, etc.

Muitas vidas precisam de você! Vamos exercitar o amor?

XOXO

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